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sábado, 27 de maio de 2017

Facebook x Youtube

Facebook está planejando a produção de programas próprios em dois formatos diferentes; modelo mais longo teria duração de 20 a 30 minutos



A publicação de vídeos no Facebook não é nenhuma novidade para os usuários. Todos os dias, milhares de conteúdos do tipo são compartilhados, curtidos e comentados na rede social. Apesar disso, a plataforma ainda não é vista como uma concorrente direta do YouTube e Netflix neste quesito. Mas isso pode mudar em breve.

De acordo com informações da Reuters, o Facebook está planejando a produção de programas próprios em dois formatos diferentes para bater de frente com o YouTube . O primeiro formato contempla shows roteirizados, com duração mais ampla, variando de 20 a 30 minutos e contando com intervalos comerciais. Nestes casos, os conteúdos seriam propriedade do próprio Facebook.

O outro modelo seria de programas menores, que duram de cinco a dez minutos. Nestas situações é possível haver roteirização ou não e também haverá a aplicação de comerceiais. Os programas menores serão de propriedade de seus respectivos criadores.

A rede social planeja pagar até US$ 250 mil por cada episódio do modelo de maior duração. Para os mais curtos, a ideia é pagar valores entre US$ 10 mil a US$ 35 mil os criadores. Em contrapartida, o Facebook vai ficar com 45% de toda a receita que for obtida por maio da publicidade em ambos os casos. O restante fica para quem criou o material.

O YouTube


Para tentar se manter a frente do Facebook no que diz respeito aos vídeos, a plataforma do Google segue se renovando e apresentando novos recursos. A empresa anunciou na última semana uma novidade que promete animar os usuários de televisores inteligentes. Serão disponibilizados em breve os vídeos em 360º publicados na plataforma para o aplicativo de TVs smart, recurso que, até o momento, estava presente apenas nos dispositivos móveis e navegadores. O anúncio foi realizado durante a conferência para desenvolvedores Google I/O 2017.

O novo recurso será entregue pelo YouTube de maneira gradual e já tem início marcado para os próximos meses. A lista de aparelhos atendidos englobra diferentes categorias, como, por exemplo, os dispotivos que operam com Android TV e os consoles Xbox Onde e PlayStation 4. De acordo com informações divulgadas pelo Google, os novos televisores 4K das marcas Samsung e LG já devem ser fabricadas com o recurso instalado.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Redes adotam discretamente bloqueio de vídeos extremistas


Alguns dos maiores sites da internet para a visualização de vídeos começaram discretamente a usar automação para remover conteúdos extremistas de seus sites, segundo duas pessoas familiarizadas com o processo.

A medida é um grande passo para companhias de internet ansiosas para erradicar propaganda violenta de seus sites e que estão sob pressão para fazê-lo por parte de governos ao redor do mundo conforme ataques de extremistas se proliferam, da Síria à Bélgica e Estados Unidos.

YouTube e Facebook estão entre os sites que vêm desenvolvendo sistemas para bloquear ou rapidamente desativar vídeos do Estado Islâmico e outros materiais similares, disseram as fontes.
A tecnologia foi desenvolvida originalmente para identificar e remover conteúdo protegido por copyright em sites de vídeos. A busca é feita pelos chamados "hashes", um tipo de impressão digital único que companhias de internet atribuem automaticamente a vídeos específicos, permitindo que todo o conteúdo com impressões que se combinam seja removido rapidamente.

Tal sistema poderia identificar tentativas de republicar conteúdo já identificado como inaceitável, mas não bloquearia automaticamente vídeos que não foram assisidos anteriormente.
As empresas não confirmaram que estejam usando o método nem falaram sobre como ele pode ser empregado, mas diversas pessoas familiarizadas com a tecnologia disseram que vídeos publicados podem ser comparados com uma base de dados de conteúdo banido para identificar novas publicações de, por exemplo, uma decapitação ou uma palestra que incite a violência.