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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Industria 4.0

Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial é um termo que engloba algumas tecnologias para automação e troca de dados e utiliza conceitos de Sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem.



A Indústria 4.0 facilita a visão e execução de "Fábricas Inteligentes" com as suas estruturas modulares, os sistemas ciber-físicos monitoram os processos físicos, criam uma cópia virtual do mundo físico e tomam decisões descentralizadas. Com a internet das coisas, os sistemas ciber-físicos comunicam e cooperam entre si e com os humanos em tempo real, e através da computação em nuvem, ambos os serviços internos e intra-organizacionais são oferecidos e utilizados pelos participantes da cadeia de valor.

O termo "Indústria 4.0" teve origem de um projecto estratégico de alta tecnologia do Governo Alemão, que promove a informatização da manufatura. A primeira revolução industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A segunda revolução industrial, então, introduziu a produção em massa com a ajuda da energia elétrica. Em seguida veio a revolução digital e o uso de eletrônicos e Tecnologia da Informação para automatizar ainda mais a produção.

O termo foi usado pela primeira vez na Hannover Messe. Em Outubro de 2012, o Grupo de Trabalho na Indústria 4.0, presidido por Siegfried Dais (Robert Bosch GmbH) e Henning Kagermann (German Academy of Science and Engineering) apresentaram um conjunto de recomendações para implementação da Indústria 4.0 ao Governo Federal Alemão. Em Abril de 2013, novamente na Feira de Hannover, o relatório final do Grupo de Trabalho da Indústria 4.0 foi apresentado.

Princípios de Projeto


São seis princípios de projeto na Indústria 4.0. Esses princípios orientam as empresas a identificarem e a implementarem os cenários previstos na Indústria 4.0.

Interoperabilidade: a habilidade dos sistemas ciber-físicos (suporte de peças, estações de montagem e produtos), dos humanos e das Fábricas Inteligentes de se conectarem e se comunicarem entre si através da Internet das Coisas e da Computação em Nuvem.

Virtualização: uma cópia virtual das Fábricas Inteligentes é criada por sensores de dados interconectados (que monitoram processos físicos) com modelos de plantas virtuais e modelos de simulação.

Descentralização: a habilidade dos sistemas ciber-físicos das Fábricas Inteligentes de tomarem decisões sem intervenção humana.

Capacidade em Tempo-Real: a capacidade de coletar e analisar dados e entregar conhecimento derivado dessas análises imediatamente.

Orientação a Serviço: oferecimento dos serviços (dos sistemas ciber-físicos, humanos ou das Indústrias Inteligentes) através da Computação em Nuvem.
Modularidade: adaptação flexível das Fábricas Inteligentes para requisitos mutáveis através da reposição ou expansão de módulos individuais.

Indústria 4.0 no Brasil


A Indústria 4.0 desponta como caminho natural para aumentar a competitividade do setor por meio das tecnologias digitais. No Brasil ainda é pouco utilizada pelas empresas nacionais. O atraso brasileiro diante da integração das tecnologias físicas e digitais em todas as etapas de desenvolvimento de um produto fica evidente porque 43% das empresas não identificam quais tecnologias têm potencial para alavancar a competitividade do setor industrial. Nas pequenas empresas, esse porcentual sobe para 57%. Entre as grandes, a fatia recua para 32%. De acordo com pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas (57%).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Com 2 TB, pen drive Kingston tem mais espaço do que muitos PCs

Lançado na CES (Consumer Eletronics Show), o dispositivo tem opções de 1 TB ou 2 TB e tem data para começar a ser vendido



A Kingston anunciou hoje o “pen drive com a maior capacidade do mundo” durante a Consumer Electronics Show (CES). Chamado de DataTraveler Ultimate GT, o dispositivo vem com duas opções de armazenamento: 1 TB ou 2 TB — ou seja, ele oferece mais espaço do que muitos notebooks do mercado. As informações são do site The Verge.

O pen drive tem conexão USB 3.1. Isso significa que o usuário que tem aparelhos com entradas USB-C (que ainda são poucos no mercado) precisará de um adaptador para usar o DataTraveler Ultimate GT. Uma característica bacana do dispositivo é seu revestimento em zinco, que promete maior durabilidade.

O DataTraveler Ultimate GT começará a ser vendido em fevereiro deste ano. A Kingston ainda não informou o preço do pen drive e em quais países ele será disponibilizado.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Robô da IBM substitui 34 funcionários de empresa no Japão

Funcionário digital vai executar tarefas repetitivas e poupar dinheiro para seguradora



O IBM Watson, que a empresa define como uma plataforma de computação cognitiva, substituiu 34 funcionários de um escritório de seguros no Japão, de acordo com o jornal local The Mainichi.
Esse robô funciona como um software de análise de dados com inteligência artificial, que ajuda gestores a tomarem decisões, entre outras centenas de funções. Essencialmente, ele “pensa” como um ser humano e consegue interpretar textos, áudios, imagens e vídeos, mesmo que eles não estejam estruturados.

O Watson vai começar a atuar neste mês na Fukoku Mutual Life Insurance Company lendo documentos médicos e determinando pagamentos com base em ferimentos, históricos e procedimentos médicos.

O investimento inicial da operação é de 1,7 milhão de dólares, com manutenção anual de 128 mil dólares. A empresa espera poupar 1,1 milhão de dólares por ano com o uso do IBM Watson. A Fukoku Mutual Life Insurance Company também utiliza a inteligência artificial para analisar ligações para seu call center, identificando a linguagem dos clientes entre positiva e negativa.

O Watson ficou conhecido em 2011, ao vencer humanos em um programa de perguntas e respostas na TV, o Jeopardy. Essa tecnologia da IBM aprende conforme analisa informações e ajuda empresas a reduzir custos e melhorar o atendimento aos clientes.

Um exemplo de atuação no Brasil é no banco Bradesco. O Watson aprendeu o nosso idioma e a companhia ensinou o sistema a responder mais de 50 mil perguntas dos funcionários sobre suas rotinas de trabalho.

O Fórum Econômico Mundial prevê que a inteligência artificial pode eliminar mais de 7 milhões de empregos nas 15 maiores economias nos próximos anos. Enquanto essas plataformas realizam trabalhos repetitivos, humanos podem ter mais tempo livre para executar tarefas que exigem mais “humanidade”.

Diversos aplicativos para smartphones também utilizam o Watson, como o Nutrino, o Record e o MeCasei

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Notebook ganha estrutura flexível para facilitar uso de tela sensível

A Acer levou à feira de tecnologia Computex, em Taiwan, o computador Aspire R7 (a novidade foi apresentada oficialmente em maio). O notebook tem tela sensível de 15,6 polegadas com alta definição (1.920 x 1.080 pixels) e promete facilitar a combinação de teclado e tela touch (seu suporte permite diferentes posicionamentos da superfície). A novidade tem processador Intel Core i5, 6 GB de memória RAM, 500 GB para armazenamento e roda o sistema operacional Windows 8. Seu preço sugerido nos Estados Unidos é de US$ 1.000 (cerca de R$ 2.000)             

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

iPhone pode ganhar um leitor biométrico, mostra patente da Apple

Uma patente recentemente registrada pela Apple mostra uma espécie de "janela" na parte inferior do iPhone, escondendo um possível sensor biométrico ao lado do botão Home. De acordo com a explicação, a janela eletrônica mudaria sua opacidade, mostrando ou escondendo os componentes conforme a necessidade, deixando o sensor invisível ao usuário enquanto não estivesse sendo utilizado.